Por vezes, uma árvore é muito mais do que "apenas" um elemento da natureza; por vezes, as vidas das pessoas são maiores do que elas próprias e merecem ser contadas. A passagem de António Poças por Moçambique (1957-1975) deu-lhe o fascínio pela árvore e o conhecimento da cultura local. Conhecer a esposa deu-lhe o conhecimento da história da família, em particular dos pais, que servem de base para este romance-ensaio.Páginas
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domingo, 1 de março de 2026
António Poças, autor de "O Embondeiro misterioso", em entrevista
Por vezes, uma árvore é muito mais do que "apenas" um elemento da natureza; por vezes, as vidas das pessoas são maiores do que elas próprias e merecem ser contadas. A passagem de António Poças por Moçambique (1957-1975) deu-lhe o fascínio pela árvore e o conhecimento da cultura local. Conhecer a esposa deu-lhe o conhecimento da história da família, em particular dos pais, que servem de base para este romance-ensaio.domingo, 15 de fevereiro de 2026
Votação para o texto favorito do livro: "A casa do Natal" - VOTANTE VENCEDORA -
Sábado, dia 14, o sorteio do Totoloto teve como número da sorte o número 1. Juntaram-se ao 1 os outros números terminados em 1, para o nosso sorteio. E o número 11 foi o premiado.
Parabéns à Maria do Rosário Ataíde! Muito em breve vai receber o conjunto de duas canecas com a ilustração da capa e 1 conjunto de 10 postais iguais à capa do livro…
sábado, 14 de fevereiro de 2026
AMOR: Desafios de Fevereiro - VENCEDORES-
Mais um ano, mais Desafios e mais, esperamos sempre que mais, AMOR. A melhor maneira de arrancarmos mais um ano de trabalhos é assim, cheia de amor - todo e qualquer amor, incluindo, naturalmente, o amor pela vida. Vamos aceitar pequenos contos e poesia (em todas as formas que pretenderem, incluindo quadras) e também desenhos.
(8) O sol da minha vida
(7) O Desabrochar do Amor
(6) um raio de amor
(5) Para amar basta amar.
(4) QUANDO AMAS ALGUÉM, NUNCA É TARDE DEMAIS
Quando amas alguém, nunca é tarde demais
Para dizer "eu amo-te", para mostrar o caminho
Para abrir o coração e deixar o amor fluir
E encontrar o paraíso em seus olhos
O tempo pode passar, os anos podem voar
Mas o amor verdadeiro não envelhece, não morre
Ele continua vivo, pulsando em nosso peito
E quando encontramos amor, tudo se renova.
Nunca é tarde demais para começar de novo
Para escrever uma nova história, um novo capítulo
Para encontrar o amor que sempre esteve lá
E viver cada momento com intensidade e paixão.
Quando amas alguém, nunca é tarde demais
Para dizer "eu te amo", para viver o amor.
(3) OS CUPIDOS DO BOSQUE ENCANTADO*
(2) Carta de Amor do BOBI à sua LAICA
(1) LENTO VAI O TEMPO
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
⚡PROMOÇÃO FLASH⚡NOVO LIVRO DE NINA PIANINI
E para festejarmos tão importante, e pertinente, data como o Dia Internacional da Doação de Livros*...
* 14 de FevereiroLançamos o novo livro de Nina Pianini:
Até às 23h59 minutos do dia 13 de Fevereiro de 2026 pode adquirir o livro com 20% de desconto.
"O Nascer do Soninho…do amanhecer ao adormecer" - Uma poesia para embalar o bebé - , Nina Pianini
24 páginas, capa dura, Tecto de Nuvens, 2026 (Fevereiro) PVP: 25€
Porque também o Soninho tem que adormecer, porque também o Soninho tem que aprender… Esta poesia para adormecer o bebé é também um livro para os momentos em que o bebé está acordado e se delicia com as imagens cativantes que vão acompanhando o ritmo da leitura. Porque as melhores das prendas encantam e são úteis…
Ilustrações de Nina Pianini.
E MAIS…
Se adquirido em conjunto com outro livro da autora (para os miúdos ou graúdos) da autora, para além das promoções em vigor no Folheto Promocional Namorados 2026 oferecemos os portes para Portugal Continental.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Votação para o texto favorito do livro: "A casa do Natal" - TEXTO VENCEDOR -
E numa votação que andou renhida até ao fim, subitamente, em grande sprint chegou um texto que ultrapassou todos e ganhou vantagem nos últimos metros. Assim foi a vitória do conto "O Tacho". Muitos parabéns à autora, Maria Lucília Teixeira Mendes.
Era uma vez uma menina que nasceu e cresceu num tempo em que o
tempo era tempo. Ele não corria. Andava devagar e chegava para tudo. A vida
rolava ao ritmo das fases da lua, das estações do ano, das sementeiras e
colheitas, e até do nascimento dos cabritinhos... Os adultos conseguiam parar a conversar e as
crianças nunca tinham pressa. Tudo se fazia com calma e, calmamente, lá iam
chegando, sucessivamente, o natal, o entrudo e a páscoa. A seu tempo, chegavam
também dois amiguinhos de Lisboa para as férias grandes e que eram grandes de
verdade! Um pouco mais velhos, eram eles o Zé Tó e o Tó Zé.
Esta menina veio ao mundo numa aldeia pequenina encimada por
verdes pinheirais e em que as nascentes de águas límpidas brotavam por toda a
parte. Sempre em grupo, a criançada saboreava cada brincadeira, inventada com a
sabedoria da imensa liberdade criativa de que gozava. Sempre ao ar livre.
Um pau engatado numa roda de madeira mal cortada e que, por
isso, mal conseguia rodar, era uma mota. Um arco ferrugento, arrancado a uma
pequena pipa velha, era um carro de alta cilindrada. O cabo de uma vassoura,
gasta até ao fim, passava a ser um cavalo adestrado para as mais altas
competições e viagens ao infinito.
A esta menina, foi dado o nome de Graça. E ela era mesmo uma
gracinha! Uns diziam que era a cara da tia Primavera; outros, que tinha as
pernas da avó Patucina. Havia ainda quem a achasse parecida com… sei lá!... com
a meiga Genoveva, tia-avó do pai que tinha uma verruga peluda na ponta do
nariz, mas já ninguém reparava em tal acessório!
De rosto redondinho, a menina apresentava um doce sorriso fácil.
Os cabelos loiros e ondulados, contrastavam com os vivos olhos negros. Falar,
quer dizer, articular certas palavras, é que era ainda uma pouco difícil.
Um dia, a menina, que muitas vezes fugia da casa da mãe para a
da avó, foi com esta para o lugar onde confluíam algumas nascentes. Havia aí uma poça larga com lavadouro de
pedra. A poça era abastecida pela água corrente que descia por um apertado rego
ladeado de altos muros, em jeito de levada. Nestes muros de encosto, de pedras
húmidas, musguentas e viscosas, cresciam saborosos moranguinhos vermelhos,
muito pequeninos.
Enquanto a avó lavava, a menina caminhou rego acima. Pondo os
pés ora numa, ora noutra pedra escorregadia, colhia os saborosos frutos,
comendo-os de seguida. Todo o cuidado era pouco para não escorregar e não
molhar os sapatinhos azuis que lhe dera o padrinho no dia em que completou três
anos, uns seis meses atrás. Mas, apesar do cuidado, ela acabou por cair.
Sentiu-se, então, sentada na água, sobre uma coisa um pouco dura e que não
sabia identificar. Um calhau não era, de certeza.
Ali, a água, retida por algumas pedras mais altas, fazia um
pequeno charco lamacento.
Teve vontade de chorar e gritar pela avó. Estava para abrir a
boca, quando lhe pareceu que uma vozinha fina como orvalho, vinda do fundo do
charquito, lhe estava a fazer “shiuuuu…”
Pronta como era, embora meio incrédula, perguntou imediatamente:
- Quem és? És um peixe?
Ninguém respondeu.
- És um cagarralo? (Era assim que chamavam os girinos das rãs)
O silêncio voltou a ser a resposta.
- Não falas? – acrescentou decidida. - Vou-me embora e vou contar à minha avó. Ela vem cá e vai-te descobrir. (...)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
"Um dia com..." Ilda Pinto Almeida na neve
"Um dia com..." é uma espécie de página de diário, real ou fictício, aqui cada autor pode fazer o relato de um episódio, fazer uma reflexão, colocar um pensamento, uma foto...
Estará disponível todo o ano, independentemente de outros projectos a correr aqui no Blogue. E está aberto a todos, se tiver algo que queira partilhar, pode enviar para geral@tecto-de-nuvens.pt ou tectodenuvens@hotmail.com indicando no assunto "Um dia com...". Podem enviar quantas participações quiserem.
No frio do Inverno, por vezes só apetece ficar aninhado em casa, outras vezes vem a vontade de ver como a natureza se transfigurou…
Já cansada de ver as ruas das
cidades enlutadas e de carros sujos que e difícil discernir-lhes a cor, achei
que seria uma boa ideia sair da localidade, é que isto de neve cansa! Hoje
apeteceu-me ver o mar, mas não o vi! Apenas vi um mar de gelo, de um aspecto
extraordinário, e nesse aspecto vi as ondas apanhadas pelo gelo do ar frio das
temperaturas negativas. Mas que aspeto extraordinário! Hoje tive a oportunidade
de testemunhar o mar de uma forma inédita, transformado em numa vasta extensão
de gelo azulado e brilhante, até pensei que os peixes poderiam usar patins em
vez de nadar. As ondas aprisionadas pelo gelo criavam um espetáculo
deslumbrante, era como se estivesse a assistir a um show de patinagem no gelo.
Foi um encontro com um mar repleto de surpresas!
Em seguida, cruzei com os veados e, logo em seguida, tive a sorte de avistar uma raposa vermelha, de uma beleza rara, brilhando no meio da neve gelada, parecia que estava em um reality show de sobrevivência. Foi uma experiência verdadeiramente única, que me fez sentir como se estivesse em algures em um safari africano em tempos de mudanças climáticas, mas logo percebi que não passou de um incomum safári de água salgada, de um aspeto deslumbrante.
Foi uma tarde cheia de descobertas e maravilhas, no seio do U.S. Department of Homeland Security United States Cost Guard. A Beleza da natureza é inigualável, uma pintura que só o criador sabe pintar. Ele é fantástico!
*Grande parque de estacionamento. **A neve só fica branca por pouco tempo, assim que começa a derreter fica com um ar enlameado e sujo.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Votação para o texto favorito do livro: "A casa do Natal"
Vote no seu texto favorito e ganhe um conjunto de duas canecas com a ilustração da capa e 1 conjunto de 10 postais iguais à capa do livro…














