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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

"Caem as folhas" e "S. Martinho" - Desafios de Novembro - TEXTO VENCEDOR -

 



 Estão de volta os Desafios...

 "Caem as folhas" continua a ser o nome do desafio que anda à volta destas folhas, sejam as das árvores ou outras, que caem e se renovam: Outono, a inspiração, os ciclos da vida, etc.
O desafio voltou a incluir as opções conto (pequeno), fotografia/desenho e a poesia. 
E sendo hoje dia de S. Martinho, também fica uma homenagem ao santo e às tradições deste dia.

Do dia 11  até ao dia 30 de Novembro 2024 estarão abertas as votações para o trabalho favorito. O vencedor receberá um prémio.
Só contaremos os votos dos votantes que se identificarem, podem votar como anónimos mas depois deverão enviar um email para um dos endereços fornecidos e indicando o número que lhes foi atribuído. Os votantes entrarão num sorteio para receberem uma lembrança.

E os prémios...
Vamos oferecer livros! As nossas folhas favoritas...


O autor premiado e o votante sorteado poderão escolher a partir de uma lista que vamos fornecer o título que mais lhe agradar.

E o texto vencedor é : "O Esquilo e a Cigarra" da autora Ana Ferreira da Silva. Muitos Parabéns!
Em breve vai receber o nosso catálogo de onde poderá escolher um livro.
E por sorteio, a votante nº 3, também vai receber um livro à escolha. Parabéns!
E os nossos agradecimentos tanto aos autores participantes como aos leitores que tiraram um momento para votar.
Esperamos por todos um pouco mais acima no nosso Calendário de Advento.

9) As folhas nascem

As folhas nascem
E as folhas caem
Todos os anos na sua época
- O tempo passa, o tempo recua, o tempo para!?
A vida é como um barco quando navega no mar de ondas!
As folhas caem… a árvore fica de pé
Ontem andava vestida, amanhã está nua
As folhas caem-lhe!
Na próxima primavera há muitas folhas viçosas de esperança
Depois, depois, mudam de cor
E tudo volta ao mesmo


Ilda Pinto Almeida

8) no outono da vida das folhas a caírem

se virmos como se vestem as árvores,
de folhas verdejantes e encobridoras dos sóis,
somos bafejados pelo querer e ser
                     do cheiro primaveril,
                     da sua virilidade,
e lembramos,
                     oh, se lembramos,
das suas vidas, como se fossem nossas,
lembramos o crepúsculo lapidador
                        das suas folhas,
                        que caiem, como se mortas,
nas lembranças dos outonos passando por elas,
o vigor das suas querenças,
                   leva-as a florir,
logo a seguir, viçosas e lindas,
o outono é como a vida,
                  lindo que nos amarra,
                  ao som das cores imanando
as sinfonias dos grilos no verão,
e o renascer em cada primavera,
assim é o outono.

Joaquim Armindo


7) No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho


Sabia que faltam apenas 50 dias para o final do ano? Pois bem, a data que se assinala hoje tem vários significados e um deles é esse, que num pequeno salto, estamos a comer as 12 passas e a beber champanhe, ou branco de Lafões.
Mas daqui até lá ainda há imenso tempo para saborear, viver e reviver várias sensações festivas.
Uma delas é a que se realiza hoje um pouco por todo o lado e nas nossas casas: O dia de São Martinho, com os seus tradicionais magustos.
Em Portugal é feriado municipal em Alijó, Mêda, Penafiel, Pombal e Torres Vedras. Um dos mais afamados realiza-se em Penafiel e que abriu as festividades ontem, dia 10, e prolonga-se até ao dia 21 de Novembro. Já lá estivemos e a festa é de arromba.
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História do São Martinho

Reza a lenda, e as liturgias atestam, que São Martinho de Tours terá nascido na Hungria por
volta do ano 316 desta Era. Terá sido um soldado romano, que renunciou à milícia e recebeu
baptismo, tendo rumado a França e fundando um mosteiro.
O milagre que lhe é atribuído foi, segundo a lenda, que ao ver um mendigo ao frio num dia de tempestade de neve, cortou o seu manto ao meio e partilhou-o com o mendigo. Deste acto, diz-se que recebeu uma bênção de três dias de sol, advindo daí a expressão “verão de São Martinho”, que habitualmente nestes dias do ano o tempo fica soalheiro.
O etnógrafo português José Leite de Vasconcelos, afirmou que esta festividade representa um sacrifício em honra dos mortos, em que no passado a celebração era de forma diferente da que em Portugal se comemora a data, em que era usada a tradição de acender as fogueiras para que à meia-noite fosse preparada uma mesa com castanhas, que simbolicamente serviriam para oferendar aos familiares que já partiram deste mundo.
Talvez por este motivo alguns locais da Escandinávia é celebrado no dia de véspera, dia 10,
iniciando um período de recolhimento antes do Natal e fazendo desse jantar, o último grande jantar do ano. Na Suécia, esse jantar consiste em sopa, ganso assado e bolo de maçã.

O nosso magusto

Por cá já a história de comes e bebes é outra: Castanhas assadas e vinho. Vinho que pode
muito bem ser o vinho novo, a água-pé ou jeropiga.
Aliás, no caso do vinho já terá um outro significado a ter em conta, sendo o primeiro dia do qual deve ser degustado o vinho novo, já que a maturação do vinho do ano atinge o seu ponto ideal para ser provado.

Em todo o caso, temos sempre o provérbio popular: “No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho”.
Só nos resta desejar uma boa noite de São Martinho com castanhas assadas e boa prova do
novo vinho, água pé ou jeropiga.

Aníbal Seraphim
(Publicado originalmente em: Notícias de Lafões nº, 584 - Página 14 - 11/11/2021)

6) No dia de S. Martinho



Aníbal Seraphim

5) A peneira da vida


Ai outono outono
Porque me fazes sempre isto?
Passo o inverno a sonhar
Com os pássaros a chilrear
E com os dias à beira mar a passear
Finalmente a primavera regressa
Com os dias a crescer mais depressa
Sinto-me mais vigoroso
Deixando de ser preguiçoso
Aí vai chegando o verão
Mas que maravilhosa estação
Que ao ver as donzelas a passar
Fico logo com o coração a palpitar
Certo dia vi uma Deusa de cabelo doirado
Ficando imediatamente apaixonado
Voltando a sensação de me sentir amado
No meio da natureza desenhamos corações
Com juras de amor em todas as estações
Em Setembro vivemos um tórrido equinócio
Augurando um excelente início
O renascer da felicidade
Em tão tardia idade
Certo dia aconteceu o inesperado
Ela foi viver para outro lado
Dizendo que tudo estava terminado
Deixando-me completamente desolado
E logo no regresso da nova estação
Que traz melancolia e pouca fé
Em que árvores ficam em pé
Mas as folhas caem ao chão

Ai outono outono
Porque me fazes sempre isto?

Aníbal Seraphim

3) Outono sem se ralar...



Aníbal Seraphim



3) O ESQUILO E A CIGARRA


Andava a cigarra atarantada enterrando as patitas na terra amolecida pelas primeiras chuvas daquele Outono particularmente ameno. Tão ameno fora até então aquele Outono, que a cigarra nem se dera conta de que a azáfama das formigas – sempre tão rigorosas em questões de calendário – terminara havia duas boas semanas, e todos os formigueiros do bosque se encontravam já de portas fechadas na expectativa dos grandes frios. A cigarra foi, assim, apanhada desprevenida, sem comida em casa e, para dizer a verdade, sem casa, pois o buraquito onde costumava abrigar-se para dormir, escavado sob uma raiz de sobreiro, tinha sido alagado por essas mesmas inesperadas chuvas, obrigando-a a proteger-se do mau tempo sob o chapéu de um grande cogumelo branco que uma rabanada de vento acabara por arrancar.
Chorando a sua desdita, foi a cigarra batendo à porta de cada formigueiro conhecido; mas o resultado era sempre o mesmo...
- Formiga, amiga formiga, sou eu, a cigarra do bosque! – implorava, a voz cada vez mais enrouquecida – Todo o Verão cantei para a tua família! Terás por aí algumas migalhinhas que possas dispensar, que estou cheia de fome?
- Tenho muita pena, cigarra – respondia-lhe sem emoção a formiga, do outro lado da porta fechada. – Não te avisámos nós mil e uma vezes que te acautelasses, que a vida não pode ser passada só em cantorias? Não te aconselhámos nós mil e uma vezes a encher a despensa para o Inverno? Vocês, cigarras, não ganham emenda! Todos os anos é a mesma coisa! Passam o Verão a divertir-se, a troçar do nosso trabalho, e depois quando chega o frio, é aqui d’el-rei, que temos fome!
- Eu nunca trocei do vosso trabalho, formiga! – protestou a cigarra na sua voz lamuriosa – Apenas vos disse que devíeis aproveitar um pouquinho a beleza dos dias longos e a suavidade das noites de Verão, em vez de trabalhardes sem parar!
- Pois sim, cigarra; mas aqui não há nada para ti! A nossa comida está calculada para durar todo o Inverno! Somos muitas, e ao contrário de ti, que passaste o tempo a vadiar, temos crianças para alimentar! Além disso, as portas do formigueiro já estão todas trancadas, e só abrimos na Primavera! Vai andando!
E lá se ia arrastando a cigarra de formigueiro em formigueiro, cada vez mais faminta e cansada. A terra amolecida começava a ceder lugar à lama pegajosa à medida que a chuva fininha ia refrescando a terra, emprestando brilhos cristalinos à erva viçosa.
Quando chegou o crepúsculo, a cigarra enfiou o corpo dorido sob um monte de folhas húmidas que o vento arrancara às árvores do bosque, e desatou a chorar.
- Que se passa, cigarra?
A cigarra abriu os olhos, entre admirada e assustada. Tinha diante de si um enorme focinho ruivo que se havia insinuado sob o monte de folhas. Nem o calor da respiração daquele grande nariz escuro a reconfortou, julgando que ia ser comida.
- Por favor – implorou num fio de voz -, não me faças mal, deixa-me morrer em paz!
- E tu queres morrer?! Mas que ideia estranha!
O esquilo – pois de um belo esquilo ruivo se tratava – escavou o monte de folhas, deixando a descoberto o corpo definhado da pobre cigarra.
- Pois não eras tu que cantavas de manhã à noite aquelas intermináveis canções?
A cigarra endireitou as costas ao reconhecer um dos esquilos que moravam num buraco do seu sobreiro.
- Sim, era eu... Desculpa se não vos deixei dormir! Estou tão arrependida!...
- Ora essa! Fizeste aquilo para que Deus te criou, que é espalhar alegria pelo bosque! Mas agora não me parece que te sintas muito feliz! Diria que estás doente...
- É verdade, amigo esquilo, quase perdi a voz! Morro de frio e de fome!
- Porque não subiste a bater à nossa porta?
- Olha, não sei, acho que tive vergonha... Além disso, sempre julguei que as formigas não se importariam de me ajudar.
- As formigas lá têm as suas manias – descartou o esquilo. – Consegues trepar para as minhas costas?
- Para onde me levas?
- Para casa, naturalmente! A nossa toca é quentinha, vais recuperar num instante! Os miúdos vão adorar ouvir-te cantar de novo! Além disso, temos a despensa cheia de bolotas, e quando acabarem, sempre podemos descer a buscar mais algumas! Parece-te boa ideia, vires morar connosco durante o Inverno?
A cigarra desatou a soluçar, comovida.
- Não sei como te agradecer, amigo esquilo...
- Não quero que me agradeças. Deus inventou o Outono para nos ensinar a sermos previdentes, mas acima de tudo, para aprendermos a ser uns para os outros! Vamos! Tens de te por boa para nos cantares canções de Natal!
Dito e feito. E assim, ao longo de todo aquele Inverno, o bosque ressoou com o canto da cigarra, feliz no aconchego do lar da família Esquilo, vizinha do primeiro andar.

Ana Ferreira da Silva


2) caem as folhas, brotam as castanhas


no brilho constante do mar,
nasce uma nuvem de fumo
                       do castanheiro
                       assando as castanhas,
e brilhando no instante
                       de quentes e boas
aí vão os cartuchinhos a soprar a maré.

não muito longe,
amarelas ou avermelhadas
                        ou de outras cores,
                        (que até não existem, no nosso imaginário),
das suas proprietárias, as árvores
são abrasadas pelos ventos
deixando-as como nuas,
e sem que a moral interfira na sua nudez,
vão despejando folha a folha
                         no chão,
os pinheiros, não,

são necessários para o natal.

castanhas e folhas, são a correr
os nossos caminhares,
no outono, ao virar das avenidas,
                        paralelas e brilhantes,
encontramos o devir.

mas ficam as folhas das árvores
e as castanhas assadas, nos imemoriais
                         desta caminhada.
Joaquim Armindo


1) CHEGOU O OUTONO


É Outono.
De fulvas cores se veste a Natureza,
Tons quentes de lareira acesa;
Bailam ramos ao namoro do vento,
Mil delicadas folhas chovem num momento.

É Outono.
Regressam da escola os meninos,
Cortam a fresca aragem seus risos cristalinos;
Das folhinhas que volteiam colhem braçadas
Muitas e muitas, nas mochilas guardadas.

- Quem fará a maior grinalda,
E a mais bela, para a sala de aula?
- Grande surpresa faremos à mestra!
- Na escola amanhã, será dia de festa!

É Outono.
Já sobre o mar o Sol boceja,
E a Terra a adormecer preguiçoso beija;
E pelo bosque úmbrio, em cada cantinho,
Bolotas e cogumelos nos acenam, e castanhas para o S. Martinho.

Ana Ferreira da Silva


domingo, 10 de novembro de 2024

Livros para o Natal

 

Livros para o Natal

Neste Natal não deixe ninguém sem prenda. Os livros de Natal, para miúdos e graúdos, em Prosa ou em Poesia, são uma excelente aposta.

Juntamos todos os títulos aqui, para uma melhor organização. Os livros estão disponíveis na nossa loja online, e em todas as principais plataformas nacionais e internacionais.

Na nossa loja tem a possibilidade de ter os portes grátis em Portugal continental para compras de valor igual ou superior a 50€, tendo também a possibilidade de fazer múltiplos envios e já com os livros embrulhados.

Visite a nossa loja online ou contacte-nos em loja@tecto-de-nuvens.pt para encomendas ou mais informações.

As promoções que possam estar a ser aplicadas a parte ou à totalidade dos livros no momento do seu contacto ser-lhe-ão comunicadas.

Boas Festas!

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Novo livro para o Natal em pré-lançamento: "Na noite de Natal - Colectânea de Poesia de Natal -"

 E, mais uma vez, o Natal se aproxima e, como tal, é ocasião de apresentarmos a nossa tradicional colectânea de Natal, este ano dedicada à Poesia.



Ouvimos muito que o Natal está já esgotado, já se disse tudo o que havia a dizer. Será? Talvez não haja mais para dizer, mas talvez ainda esteja tudo por viver, o Natal deste ano será a memória dos próximos, será mesmo que já está dito, já estará mesmo vivido? (…).

Entretanto, e para inspiração temos este livro (…) belos poemas, boas reflexões, excelentes memórias e melhores propósitos.

 

 

Na noite de Natal – Colectânea de Poesia de Natal -; Vários autores; 68 páginas, capa mole; Tecto de Nuvens, 2024

PVP: 9,00€

 

Packs promocionais válidos até 17 de Novembro 2024:

 

Pack de 10 livros (40% de desconto) = 90€ - 54,00€
Pack de 5 livros (30% de desconto) = 45€ -31,50€
1 livro (25% de desconto) = 9€ - 6,75€

A este valor acrescem portes. Encomendas para  Portugal continental de valor igual ou superior a 50€ têm portes gratuitos. Podemos enviar para vários endereços.

Faça a sua encomenda enviando email para loja@tecto-de-nuvens.pt


terça-feira, 5 de novembro de 2024

Regressam os Desafios: " Caem as folhas" (Outono) + S. Martinho

 




Estão de regresso os desafios e, muito apropriadamente, retomamos com um que fala da mudança de estação. Este é um desafio reciclado (ou renovado, se quiserem considerar o Outono) do anos anteriores. "Caem as folhas" continua a ser o nome do desafio que andará à volta destas folhas, sejam as das árvores ou outras, que caem e se renovam. Podem trabalhar o Outono, a inspiração, os ciclos da vida, etc.
O desafio volta a incluir as opções conto (pequeno), fotografia/desenho e, claro continua a poesia. Podem participar com mais do que um trabalho.
Podem começar, de imediato, a enviar trabalhos. Os trabalhos serão publicados no blogue no dia 11 de Novembro.
E porque o tempo quente se prolongou e como tal só agora nos vamos dedicar ao Outono, escolhemos publicar o Desafio no dia de S. Martinho, um clássico de Outono/Inverno, uma festa com colorido e calor.
Como tal, abrimos também a possibilidade de participações com as populares quadras dedicadas à festividade, combinando assim dois Desafios habituais. No entanto, o Desafio não se fica pelas quadras, pois não é exclusivamente um desafio de S. Martinho. Simbolicamente, o S. Martinho marca uma última oportunidade para festas de exterior antes de entrar o frio e o Inverno. O desafio é, pois, escrever ou sobre os últimos dias de bom tempo ou sobre os primeiros dias de frio, ou sobre os dois, ou memórias de S. Martinho.
Prosa ou poesia, memórias ou ficção. Estilo livre.
Concluindo, a 11 de Novembro 2024 publicaremos textos ou imagens sobre a mudança da estação (simbólica ou literal) em "Caem as folhas" e/ou mais especificamente escrever sobre os primeiros dias de frio ou os últimos de calor com o pretexto de festas como o S. Martinho que marcam a transição da vida do exterior para a do interior. Como bónus para os leitores também poderemos ter quadras de S. Martinho.
Os autores podem escrever sobre qualquer das temáticas e com quantas participações quiserem. Aceitamos trabalhos até ao final do dia 10 de Novembro.
Do dia 11  até ao dia 30 de Novembro 2024 estarão abertas as votações para o trabalho favorito. O vencedor receberá um prémio (a divulgar aquando da publicação do desafio).
Só contaremos os votos dos votantes que se identificarem, podem votar como anónimos mas depois deverão enviar um email para um dos endereços fornecidos e indicando o número que lhes foi atribuído. Os votantes entrarão num sorteio para receberem uma lembrança, também a divulgar.
E assim, abrimos oficialmente o regresso à rotina e à escrita.
Bom trabalho!

Envie os seus trabalhos para geral@tecto-de-nuvens.pt ou tectodenuvens@hotmail.com



terça-feira, 22 de outubro de 2024

Votação para o texto favorito do livro "Uma viagem de férias"

  Vote no seu texto favorito e ganhe um conjunto de duas canecas com a ilustração da capa e 1 conjunto de 10 postais iguais à capa do livro…







Para votar recorte esta página e envie para: Tecto de Nuvens, Rua Camilo Pessanha, 152; 4435-638 Baguim do Monte.
Por sms (terá de incluir os seus dados completos para receber o prémio) para 960131916.
Por email para geral@tecto-de-nuvens.pt com o título: Melhor texto colectânea de férias.
Aceitamos votações até 15 de Novembro de 2024 (data do email, sms ou carimbo do correio). A todas as participações será atribuído um número, por ordem de chegada. – Serão excluídas as participações que não tragam os dados necessários para o envio do prémio -.
O vencedor do melhor texto será anunciado no blogue “Notícias das Nuvens” e nas redes sociais de todos os autores participantes nesta colectânea.
O vencedor do passatempo será aquele cuja participação tiver o número (ou terminação de número) igual ao do número da sorte do sorteio do Totoloto de 20 de Novembro de 2024.
- A seguir ao sorteio do Totoloto será sorteado um participante de entre todos os que tiverem número ou terminação de número (caso haja mais do que um) igual ao sorteado para o Totoloto, e esse será o vencedor. -
A todos os participantes que nos facultarem o endereço de email comunicaremos o número atribuído à chegada. Tentaremos fazer o mesmo com os sms, mas é mais prático com endereços de email.
Também o vencedor deste passatempo será anunciado no nosso blogue e nas redes sociais dos autores, a partir da segunda-feira seguinte ao sorteio do Totoloto.
Obrigada pela sua participação.

domingo, 20 de outubro de 2024

Passatempo "Amigo meu, meu amigo é?" Ganhe livros autografados!

 🏆 Passatempo. Ganhe livros autografados! 📚


“Introspetiva, a linha ficou a refletir, pensando para si própria:
- Quem cuida de nós é nosso amigo?
- Sim, teu amigo é quem não te despreza, se preocupa contigo e te ampara.”



Ilustração do livro (autoria de Julieta)


Vamos atribuir um livro autografado pela autora às primeiras 10 respostas que contenham uma sugestão para nome da personagem "linha".

Se a sugestão for acompanhada por alguma compra (o endereço da nossa loja online está no final desta postagem, poderá ver os artigos e respectivas promoções, o pedido terá que ser feito para o endereço de email: loja@tecto-de-nuvens.pt) , pagará apenas os portes relativos à compra. - Também poderá comprar exemplares deste livro (a enviar para um ou mais endereços). - Se só participar no passatempo, cobraremos simbolicamente 1€ pela embalagem e envio. Em qualquer dos casos, o assunto do seu email deverá ser "Passatempo Nina Pianini".


 
Amigo meu, meu amigo é?; Nina Pianini
72 páginas, capa mole; Tecto de Nuvens, 2024 PVP:10,00€


Nunca perguntaste a ti próprio: “Amigo meu, Meu Amigo é?” Aqui te damos algumas pistas que te poderão ajudar a escolher os teus amigos.

- Livro com ilustrações a cores de Julieta. -



E ainda:

Este livro é sobre uma das coisas mais importantes para miúdos e graúdos, a AMIZADE…
Para quem nos quiser escrever 2 ou 3 linhas sobre a amizade (que depois publicaremos aqui no blogue) temos um exemplar do livro em capa dura (uma edição abreviada que não se encontra à venda).*




Nota: aplicam-se as mesmas condições de envio que ao livro autografado. Podem concorrer a ambas as versões do passatempo ou apenas a uma.


*Limitado ao stock existente


Loja online

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Nina Pianini, autora de "Amigo meu, meu amigo é? ", em entrevista

 

Nina Pianini (pseudónimo), 62 anos, está de regresso!

Já este ano falámos com ela sobre outros seus textos destinados aos mais novos e também sobre a sua participação na colectânea de Natal de 2023. Voltamos a falar para que ela nos apresente o seu mais recente livro "Amigo meu, meu amigo é?", ficando também a promessa de que, também este ano, a vamos encontrar na nossa colectânea de Natal.

Neste seu livro para os mais novos (também obrigatório para os mais velhos...) aborda a importante questão da amizade num harmonioso casamente entre os textos e os desenhos a cores da Julieta, que ilustrou o livro.

Apesar de o trabalho inicial se ter destinado a uma versão (não comercializada) em capa dura; é sobre a versão alargada e em capa mole (com ainda mais ilustrações a cores) que a autora nos vai falar.
 Nina Pianini, de voz própria e na primeira pessoa:

†  Este seu novo livro aborda uma questão primordial na vida de uma pessoas: a amizade. Conte-nos como e porquê resolveu escrever este livro e qual o impacto que pretende que tenha nos mais novos, e também, já agora, nos menos novos que também entrem em contacto com ele?

A publicação do livro “ Amigo meu, Meu amigo é?” surgiu no âmbito da oportunidade proporcionada pela Tecto de Nuvens numa das suas Campanhas promocionais a que aderi com bastante entusiasmo. Significou a concretização de um sonho, de uma conquista de longa data em publicar um livro de capa dura!...

Este meu anseio levou a que tivesse de ser muito assertiva quanto ao tipo de  história que merecesse essa dita honra.

Após muita concentração e reflexão em selecionar qual a história entre toneladas de histórias que já escrevi, não foi nada fácil. Não podia escolher um texto qualquer, tinha de ser uma história que o leitor quisesse ler, voltar a ler e reler e, se possível,  na melhor das circunstâncias se tornasse num clássico.

Não senti qualquer indecisão quando peguei no meu rascunho da história “ Amigo Meu, Meu amigo é?”. A riqueza imaginativa marcante no texto e o impacto do potencial da sua mensagem no público infantil a que se destina, tinha os ingredientes certos para merecer o investimento em capa dura!*

O enriquecimento do texto e o arranjo final levou-me numa fantasia de paralelismo com a geometria e deliciei-me divertida a escrevê-lo. Por tal, foi uma experiência muito gratificante escrever este livro, principalmente pela sua temática que leva a refletir sobre a amizade e promove mudança no leitor.

Este livro “ Amigo meu, Meu amigo é?” induz ao aperfeiçoamento das nossas escolhas através da identificação do leitor com as personagens e situações, apresentando questões e problemas com os quais frequentemente todos nós somos confrontados no dia-a-dia, mas de que usualmente ninguém fala.

A finalidade do livro é, por tal, ativar no leitor a consciencialização de habilidades sociais para encontrar verdadeiras amizades, promovendo mudanças positivas no leitor.

*Como se explica na resposta seguinte, a versão em capa dura foi feita numa tiragem limitada, quase de teste. O livro que agora se promove é em capa mole e com ilustrações a cores. Contudo, o processo descrito acima foi usado para escolher a história e não tanto a sua forma de apresentação, pelo que o processo foi comum a ambas as versões do livro. Preste atenção ao nosso blogue caso tenha interesse na versão em capa dura, brevemente saberá como a obter.

†  Fale-nos um pouco sobre este livro, incluindo, também, a importância, da ilustração. Qual é a sensação que tem ao ver, agora, os seu livro nas mãos?

A fim de medir o impacto do livro “ Amigo meu, Meu amigo é?” procedeu-se a uma pré-avaliação a partir de uma pequena tiragem prévia (em capa dura, com menos imagens e numa versão mais abreviada do texto), tendo-se verificado uma excelente adesão junto de uma pequena amostra de pais e professores especializados bibliotecários.

Consideraram de um modo geral que, era um livro bastante educativo, particularmente rico nas comparações que faz, que promove reflexão e debate e o desenvolvimento de habilidades sociais e de valores, manifestando afirmações positivas a favor do livro como:

“Hoje em dia, há muitos livros infantis que falam da amizade do ursinho ou da perda do amiguinho, mas raramente se fala do problema propriamente dito ou se põe a criança a saber questionar ao fazer escolhas como este livro faz.”

“O leitor-criança muitas vezes é posto em situações de leitura passiva que não promovem a reflexão. Este livro “ Amigo meu, Meu amigo é?” contraria essa corrente e dá asas para uma leitura ativa e eficaz de criar mudança destacando logo no título a sua diferença pela forma de pergunta.”

“Num mundo em que o ecrã se apodera do dia a dia de todos e em que as redes sociais proliferam, existe o perigo das crianças e jovens se deixarem facilmente influenciar . este perigo tem de ser combatido. Este livro constitui uma boa ferramenta para levar crianças e jovens a refletir sobre essas questões.”

Perante esta excelente recetividade do livro ajudou a acreditar na sua aceitação pelo público em geral. 

Quanto aos desafios passados durante a fase de produção do livro, assumo que o desafio maior em relação aos problemas que encontrei na execução do livro, foi encontrar um ilustrador devido ao curto espaço de tempo em que as ilustrações tiveram de ser executadas. A importância da ilustração era para mim essencial. Pretendi que o livro tivesse ilustrações que ajudassem a tornar o livro mais apelativo e atraente para o público-infantil, pelo que optei por contatar entidades formadoras de ilustração e encontrei uma jovem ilustradora de Animação 3 D que, apesar da sua falta de experiência editorial/gráfica, se veio a tornar uma excelente colaboradora. Aprendemos juntas, superando as falhas que iam aparecendo. E, no entretanto, tornamo-nos amigas e o nosso duo já está a funcionar de forma muito gratificante para ambas. 

†  Existe alguma parte do livro, em particular, que goste mais. Porquê?

Sem querer desvendar o final, destaco a apoteose final quando a personagem principal do livro, após tantas tentativa-erro frustradas, descobre por si mesma quem afinal era seu amigo de verdade…aquele que estava lá sempre presente nas horas más e boas, que a conhecia melhor do que ninguém aceitando suas limitações e a ajudava insistentemente, dia a dia, a melhorar.

Quem seria?

Aconselho a lerem o livro para o descobrirem.

Acreditem que o final, foi também desafiante para mim. Como autora, constituiu um dilema que me deixou bastante surpreendida à medida que o seu desenlace se foi desenhando ao escrevê-lo.

Por tal, aconselho a ler. Até porque acontecem sempre coisas mágicas quando os escritores escrevem e eu como autora também ao escrever fui descobrindo que, quando encontramos amigos verdadeiros, sentimos que temos alguém em quem podemos confiar e contar, alguém com quem podemos compartilhar nossas alegrias e tristezas, nossos medos e sonhos. Tal como no dizer de Cícero: "Um amigo é, por assim dizer, um segundo eu" e comprovado num estudo recente do ISCTE ( Instituto Universitário de Lisboa), em que as crianças mostraram preferir brincar com crianças que têm interesse pelas mesmas brincadeiras, levando o investigador Pacheco, R. (2017) a sugerir aos pais: “Ajude as crianças a identificarem estes interesses partilhados”, pois uma “relação de amizade é caracterizada pela  união, semelhança e afeto positivo” como defendia Goldman, B. D., & Buysse, V. (2007) in Friendships in very young children.

 †  Indique as razões pelas quais aconselharia as pessoas a ler/comprar o seu livro? O que acha mais apelativo nele?

A atualidade da temática da Amizade acarreta especial importância perante as novas formas de interação e relacionamento social que têm um impacto significativo no desenvolvimento social das crianças. Os perigos para crianças/jovens, referidos em estudos, da influência das Redes Sociais, das amizades virtuais, da falta de interação face a face, do risco de isolamento do mundo real ao passarem muito tempo online, do Bullying e insegurança online em que crianças expostas a conteúdos inapropriados ou a pessoas mal-intencionadas, assim como da dependência excessiva de dispositivos eletrônicos para socialização, podem prejudicar o desenvolvimento de habilidades de comunicação e resolução de problemas no mundo real. Daí se destaca a importância em desenvolver, desde muito cedo, habilidades sociais essenciais como empatia, cooperação e resolução de conflitos que ajudará a criança a fazer amizades, a lidar com desafios em suas interações e a desenvolver competências sociais.

Este livro transforma-se numa excelente ferramenta de recurso para pais e educadores proporcionando uma ótima estratégia para conversar sobre todas as diferentes sensações que a amizade pode provocar, fazendo com que as crianças reconheçam melhor aquilo que sentem, tornando-se num tema fundamental a ser discutido e/ou debatido em casa ou na escola ou junto dos amigos.

Relembre-se de que, as amizades são importantes para o bem-estar das crianças. Muitas vezes, é com o suporte dos amigos que as crianças se sentem confiantes para embarcar nas aventuras do dia-a-dia, adquirindo novas competências, 

Epicuro defendia que: "Não é tanto a ajuda de nossos amigos que nos ajuda, mas a confiança de sua ajuda".

Para que a criança aprenda sobre o valor da amizade, é necessário, por tal, gerar nelas, noções, conhecimentos, habilidades, emoções, vivências, sentimentos e que a preparemos para viver com harmonia e respeito.

As crianças devem saber quem é um bom amigo e porquê, como se comportam os bons amigos, e como manter uma boa amizade.

Proporcionar uma educação de qualidade que prepare os jovens para os desafios futuros, incentivando o pensamento crítico, a criatividade e a resolução de problemas. incluem desafios que personagens precisam superar, ensinando as crianças sobre a importância da colaboração e da resolução de problemas.

Assim, o livro “ Amigo meu, Meu amigo é?” enquadra-se no método Montessori pela relevância dada ao quotidiano e enfoco na autonomia e importância do ser, ajudando o leitor a refletir sobre a forma como seleciona seus amigos e o modo como se relaciona em consonância com os estudos que confirmam que as crianças necessitam de adquirir “competências que lhes permitam fazer escolhas eficazes durante as suas interações com os outros” Gloeckler, L. R., Cassell, J. M., & Malkus, A. J. (2014).


† O livro, sem querer revelar demasiado, para além da amizade, aborda outras questões muito sérias e muito actuais, que passam pelo desenvolvimento da personalidade, mas também, de alguma forma, o aceitar da própria imagem, e como estas questões causam pressão e desconforto, mesmo quando as influências externas são bem intencionadas. – Fale-nos um pouco sobre isto e sobre qual a mensagem que quis passar.

Para além da intencionalidade presente no livro “ Amigo meu, meu amigo é?” em valorizar como é essencial saber selecionar as amizades, apresenta também outros fatores subjacentes educacionais que o educador saberá facilmente reconhecer tendo em conta o seu treino pedagógico-didático, nomeadamente o facto de que ter bons amigos é vital para a felicidade, o bem-estar e mesmo para a saúde em qualquer etapa da vida influenciando positivamente a confiança, segurança e felicidade. Dados recolhidos de vários estudos desenvolvidos pelas faculdades de psicologia comprovam que crianças com amigos tendem a ser mais felizes e menos propensas a desenvolver problemas emocionais. 
 A nível mundial, a temática da Amizade assumiu já preponderante valor universal tendo a Eurocid proclamado: o Dia Internacional da Amizade, que se celebra anualmente a 30 de julho, para dignificar o papel que a amizade detém na concretização dos valores.
Em Portugal, várias instituições se dedicam a promover a saúde mental e o bem-estar das crianças ajudando-as a criar amizades e desenvolver habilidades sociais, nomeadamente a Universidade de Coimbra que coordena o projeto europeu “Let’s Talk About Children”, que engloba 9 países participantes, visando promover a saúde mental de crianças de contextos familiares vulneráveis, incentivando a criação de redes de apoio e amizade. As amizades beneficiam as crianças criando sentimentos de pertencimento e de segurança, que contribuem para reduzir o stress e a ansiedade que podem surgir nas primeiras interações sociais.
Nesse âmbito, o livro “ Amigo Meu, meu Amigo, é?”, integra muito mais que falar sobre o poder da amizade e como fazer amigos ou amigas, incorpora a empatia, confiança, lealdade e gentileza com o outro abrindo portas importantes para toda nossa vida!
“A amizade é uma alma que habita dois corpos; um coração que habita duas almas.” Defendia Aristóteles, pela profundidade e conexão especial que a verdadeira amizade pode proporcionar. Assim, a amizade constitui um sistema de apoio ao desenvolvimento socio emocional e autoconhecimento da criança, desenvolvendo a sua própria identidade e atributos como competência social, altruísmo, negociação, empatia, habilidade para lidar com conflitos e divergências de opiniões. Para a criança/jovem, um amigo é uma segurança, é um recurso para os momentos piores (verbalizar os problemas e “desabafar” são fatores protetores ao longo da vida) na descoberta do mundo e na vida relacional. Ter essa rede ajudará a criança a lidar com as novidades e transições típicas dessa etapa da vida, algo essencial para o desenvolvimento de mecanismos de confronto saudáveis.

O grande escritor Roald Dahl, in A girafa, o pelicano e eu( p.79) escreveu: “Adeus, amigo, mas não fique triste, pois é bom saber que a amizade existe”. 

†  Não resisto a perguntar: há potencial para mais livros dentro deste género? Que novos projectos tem em mãos?

No caso deste livro “ Amigo meu, Meu amigo é?” o seu potencial abrange leitores de todas as idades e culturas. Todos sentem o desafio de encontrar a amizade verdadeira. É um livro com impacto na mudança e valorização dos valores e ética.

Como autora, tento levantar o véu de inquietudes internas de que nunca se falam porque nunca há tempo para se falar, numa época em que o telemóvel não para de tocar e em que milhões de sms milhões voam nas redes…e o momentâneo é fútil.

Muitas das vezes, o mercado livreiro opta por “flores” e “coraçõezinhos” inferiorizando ou infantilizando a literatura infantil de forma redutora aos parâmetros idílicos de um mundo perfeito, por vezes, até demasiado perfeito, escondendo as dificuldades, os problemas…Será que, lendo apenas textos de nuvens encantadas, a criança/jovem fica preparada para enfrentar o que a vida lhe reserva? Essa é a questão.

Por tudo isso, torna-se cada vez mais imprescindível o papel interventivo de uma autora. Durante séculos, foi relevante o papel interventivo dos escritores tal como se recorda por exemplo na obra “ Os Miseráveis” de Vítor Hugo. Seus textos refletem a sociedade, por vezes dura e crua, através da sua visão percetiva da atualidade presente de forma a conseguir fazer refletir e antever para onde caminha no futuro. Essa atitude interventiva, atenta e crítica fomenta a mudança interna do leitor na relação biunívoca com o livro, mas também influencia a sua ação de cidadania na vivência em sociedade.

 Deste modo, continuo a escrever obras e a aumentar a minha bibliografia, tentando dignificar valores como respeito, empatia, e responsabilidade social, para que crianças e jovens se tornem cidadãos conscientes e ativos na sociedade, dando assim o meu contributo para ajudar a construir uma melhor sociedade em que a paz, a aceitação da diversidade e os valores sejam valorizados para o bem-estar.

Este mês finalizei um álbum ilustrado explorando o desenvolvimento do bebé e relação mãe-filho. As ilustrações são fabulosas e estou a enquadrar o texto em cada página. Vai ser um livro que muito irá agradar aos pais que são confrontados com aquela eterna pergunta: “ Como nasci?”. Através de uma história, o livro conta como o bebé cresce e se sente, sendo útil tanto para crianças como para futuras mães que desconhecem as fases de crescimento do bebé.

Um outro livro que terminei e que já está a ser ilustrado é uma aventura divertida sobre uma sociedade cruel dominada sob o poder dos Deuses em que o amor não existia e a ação de um menino endiabrado.

Tenho um outro livro sobre Os sentimentos do camaleão e de como ultrapassar seus medos que também está a ser ilustrado e que irá agradar aos meus pequenos leitores porque é um camaleãozinho muito problemático e indefeso.

Enfim, tenho sempre muitos projetos entre mãos… mas o meu gosto de escrever em exclusividade para o público infantil prevalece em todas as obras que escrevo e é a todas as crianças e jovens que eu dedico o que escrevo com o desejo de escrever histórias que lhes agradem.

Crianças contentes, autora feliz!

 

 


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